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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Por que não uma fraternidade física entre nós?

 
Glória Feita de Sangue - direção: Stanley Kubrik - 1957
 
O norte-americano Jack Donovan comprou, ou locou, uma ampla área em seu estado do Oregon para vivenciar seu Ideário com seus camaradas e afins; achei a ideia extraordinária e corajosa. Acredito que o sucesso desta empreitada dependa do sigilo total e confiança entre os envolvidos e que só possa ser efetivada numa terra de democracia plena, sem desnível sócio / econômico / cultural... leia-se sem banditismo (e outros males) que infestam as brasileiras áreas urbanas / suburbanas / rurais. Esta comunidade do Donovan é baseada nas experiências germânicas pré nazismo, que sintetizei há quase 10 anos na página “Adolf Brand - Der Eigene - Männerbund - Wandervogel” deste blog.
http://www.jack-donovan.com/axis/2017/07/waldgang-journal/

A pergunta principal dos homens com quem troco fraternas ideias (via e-mail) é: por que não uma comunidade física entre nós? Envergonhado respondo: sou incompetente para agregar os caras (gentis e leais) que me escrevem; cultivo o anonimato, algo estranho nestes tempos de hiper exposição; cansei da capital do meu estado, vivo numa cidade pequena e venho à ‘cidade grande’ eventualmente.
Como nos juntar neste país com: dimensões continentais; gravíssimos problemas urbanos / infraestruturas; desníveis abissais entre seu povo; violência crescente e ilimitada? Cada núcleo regional de adeptos se reuniria como e onde? Como manter a privacidade dos participantes? Haveria segurança privada contratada? Só de pensar me dá desânimo.
Há anos tive uma página numa rede social que não vingou, pois tinha de tudo: caras sinceros adeptos de nossa causa; outros bem estranhos; alguns apenas para se exibir; muitos atrás de pica, afinal um grupo de caras (que se dizem machos e não adeptos do gayismo) é prato cheio para a viadagem reinante.
Não escondo que nestes quase 10 anos, recebi algumas mensagens duvidosas: mulheres / adolescentes / crianças se passando por um dos nossos só para tirar onda; viadinhos e bichonas se passando por machos; intermináveis cantadas e convites para fodas; sem contar os loucos / mentirosos / possíveis criminosos / imbecis / desequilibrados, afinal a web é terreno fértil para este tipo de gente. Por isto em meu blog não há espaço para ‘comentários’; aqui não é palanque para exibicionismo, quem quiser dizer algo basta me escrever que eu respondo. Também não passo a lista de meus contatos a ninguém, por respeito aos mesmos que me enviaram suas informações confidenciais.
Sou um homem corriqueiro como a maioria de vocês. Tento seguir aquilo que escrevo, mas sei o quão difícil e desanimador é para todos nós. Caso eu fosse um ‘hétero programado’, estaria no meu meio e com meus iguais. Se fosse um gay, teria pencas de viados para conhecer; lugares / viagens / cruzeiros LGBT à disposição; seria orgulhoso de minha escolha e participaria das patéticas e chatíssimas paradas gays. Mas, infelizmente, nós somos poucos e vivemos num país de 3º mundo, com todos os defeitos dos submundos.
Já que não tenho como reunir meus confrades (vontade não falta), faço minha parte escrevendo aquilo que (pretensiosamente) acredito que vá nos fortalecer. Conclamo a vocês, caros camaradas de todas as gerações, que me ajudem nesta empreitada: aqueles que gostam de escrever, abram seus blogs; os agregadores e sociáveis abram páginas em redes sociais (não só no manjado Facebook); enfim lugares na web onde possam se conhecer e difundir nossas ideias de forma discreta. Mas tudo com muita cautela, senão seremos vítimas de caçoada e críticas cruéis na mídia tomada por ‘programados e gays’. Lembrem-se que somos desconfiados por natureza, e com razão. Transcrevo 6 preceitos básicos que talvez possam ser úteis em nossas vidas (estão também na coluna vertical direita do blog).

Conduta:
1. Não se abra com qualquer pessoa; o meio de viver em segurança é a entrega a si mesmo; não se comunique facilmente.
2. Não faça violência com ninguém, pois todos se revoltarão contra você.
3. Considere o mundo um credor a quem deve moderação, compaixão e tolerância.
4. Não diga nada quando o cobrirem de injúrias; estamos fora de perigo quando nos calamos.
5. O silêncio é o ornamento e a salvaguarda da vida; é preciso, ao falar, não assemelhar-se à tempestade que a tudo destrói; nunca se viu alguém arrependido por ter-se calado, porem são muitos os que se arrependem de ter falado.
6. Cuide bem dos seus bens; se não o dissipá-lo, servirá na necessidade; não seja avarento.

Fonte: 'As Mil e Uma Noites’ - versão: Antoine Galland - apresentação: Malba Tahan

Atualmente no Brasil, somos apenas 3 homens que divulgam o ideário da Tradição Espartana e outras tradições viris:
- Ricardo Líper (nosso pioneiro):  http://www.espartano.org
- Recruta Espartano:  http://recrutaespartano.blogspot.com.br