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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Fim do estado laico brasileiro e grave recessão à vista

Hypnotism - Sascha Schneider - 1904

É sabido que nosso constrangedor Brasil (piegas, falso moralista, violento, corrupto, inculto) sofre grave retrocesso sócio - cultural - econômico. Perigosos e espertalhões grupos (religiosos e laicos) tomam de assalto nossas casas parlamentares e mídia; com isto, o brasileiro comum torna-se mais oligofrênico (idiotizado). A chamada “nova classe média” ou “nova escória programada”, refém de impagáveis dívidas, não entendeu ainda esta nova forma de escravidão que são os cartões de crédito distribuídos aos borbotões. A economia claramente está indo (faz tempo) para o brejo, assim como nossa saúde - educação - segurança. Salve-se quem puder: nossos cofres públicos estão à bancarrota servindo de interesses escusos para empresas que praticam o “over price” em níveis mundiais nunca imagináveis; municípios e estados da federação estão com endividamentos permanentes e gastando muito mais que do que arrecadam.
O escândalo da Petrobras é só uma das pontas do iceberg brasileiro e dos desmandos de nossos poderes executivo - legislativo - judiciário. O jornalista e escritor Paulo Francis já falava (década de 1990) dos desmandos da nossa estatal petrolífera; foi processado cruelmente pela dita companhia e morreu de desgosto tempos depois.
Não vejo, desde a última redemocratização, nenhum governo federal preocupado com projetos de longo prazo e nem de planejamentos urbano e familiar. Pouco se fala de urbanização consciente e sustentável, que vise transporte coletivo e projetos futuros confiáveis e realistas; Curitiba-PR foi uma exceção na década de 1970. Sem transportes públicos decentes, notamos um exército de imbecis sem noções básicas de civilidade e traquejo na direção de seus veículos. Com carteiras de habilitação obviamente “compradas”, dirigem criminosamente por áreas urbanas e rurais. Seus veículos foram adquiridos sabe-se lá como, já que não possuem condições econômicas para honrar seus compromissos: dívidas contraídas, documentações, impostos anuais, seguros aviltantes, etc.
As outrora gloriosas ferrovias brasileiras, pelo menos em alguns estados federativos brasileiros, foram sucateadas nas últimas décadas. A política do presidente Juscelino Kubitschek privilegiou a nascente indústria automobilística brasileira e não modernizou nossa extraordinária malha ferroviária, abandonando-a. As atuais estradas de rodagem são vergonhosas arapucas de criminalidade e abandono, com altos índices de acidentes fatais; exceção às caríssimas e pedagiadas autopistas de alguns estados federativos.
País sem planejamento urbano e familiar não vai para frente. O que dizer da indústria de bebês, com mulheres e maridos imbecis loucos para procriar e sem condições econômicas e psicológicas para tal empreitada? O sempre surpreendente Jorge Bergoglio que o diga; quem sabe ele consiga arejar a medieval cúria romana.
Homens Adeptos das antigas Alianças e Tradições Viris devem ficar espertos e preparados para eventuais e cíclicas recessões econômicas. Se bem que, por natureza, não somos consumistas e reféns de dívidas inconsequentes. E que não recaia alguma culpa sobre nós Adeptos, se pudermos viver com mais dignidade que o resto de nossa pobre e tola população!