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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

sábado, 2 de novembro de 2013

Extinção das Tradições Viris

É possível que homens de nossa cepa tenham sido vítimas, há tempos, do que as ciências biológicas denominam de "grande extinção" (licença poética).


Nunca tive problemas existenciais com minha vida afetiva sexual, já que por natureza nunca dei satisfação de minha vida pessoal. Vejo muito cara dramático, nada viril, parecendo personagem de chatíssimas óperas italianas, vomitando seus piegas problemas e depoimentos. Claramente nunca será um macho, apenas carrega em sua certidão de nascimento a classificação de gênero masculino.
Tive uma vida normal de moleque: boca suja, brigava muito, brincava, jogava, comia muita buceta e cu da molecada, fazia troca-troca à exaustão, coisa comum em minha geração. Fiz serviço militar obrigatório e namorei muita mulher legal. Em dado momento vi que uma parceria (afetiva e sexual) com outro macho seria mais compatível comigo: simples e indolor.  

As Tradições Viris (TVs) me confirmaram o caminho das pedras, apesar de trilhá-las intuitivamente desde minha adolescência. Gosto destas tradições, aplico-as em minha vida sem drama algum. Conheci, mundo afora, caras que pensam como eu; são adeptos da TE, mesmo sem sabê-los. Uma Fraternidade, física ou virtual, deve ser composta apenas por homens que apliquem e concordem com as TVs; os demais, que sigam seus rumos!
As TVs fundamentam uma Fraternidade, e uma é indissolúvel da outra. Um núcleo não precisa ser necessariamente físico: a distância também nos fortalece e nos une. Fraternidade pronta não existe; o cristianismo acabou com ela e o gayismo a enterrou. Que cada um faça sua parte, se quiser que este estado de coisas se reverta em médio ou longo prazo.