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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

domingo, 18 de agosto de 2013

Homem não espanca homem... só em legítima defesa


Nunca tiver prazer em ver um homem espancando outro homem. Entendo isto como um enfraquecimento do gênero masculino quando está totalmente perdido, sem padrões claros e corretos de virilidade, destituído de cumplicidade e tolerância em relação a um possível irmão seu.
Oz, um seriado televisivo made in USA (1997-2003), tratava da disputa covarde entre facções religiosas e étnicas de uma cadeia norte-americana. Era regado a cenas de poder e droga, e principalmente homossexualismo seguido de culpas homéricas, lutas e assassinatos para lavar a honra deste “deslize sexual”. Afinal, os presos iriam fuder com quem num antro de confinamento masculino?
Franquias de tolas lutas estrangeiras chegaram com tudo na mídia brasileira onde lutadores, homens programados, cumprem seu papel exigido: TUF (The Ultimate Fighter), MMA (Martial Mixed Arts), UFC (Ultimate Fighting Championship), entre outras organizações. Na plateia destes pseudos-esportes, homens e mulheres chegam a um perigoso nível de excitação comparável às tropas nazi-fascistas ou torturadores em regimes políticos de exceção.
Para entornar o caldo, as antigas lutas (geralmente orientais) de autodefesa e aprimoramento do equilíbrio (físico, mental, espiritual) estão sendo perigosamente manipuladas por pessoas e/ou grupos em prol de vulgares demonstrações de machismo violento e barato.
Enquanto isto, a antiga e tradicional luta olímpica denominada greco-romana sofre boicotes de todo lado. Ela está para perder, ou perdeu, seu título de luta olímpica. Tudo muito curioso e nebuloso, mas esperemos que a tradição e a ética vençam este estranha atitude do Comitê Olímpico Internacional.
Um homem espancar cruelmente um outro é algo razoavelmente aceito pela escória lobotomizada. Já fazer sexo com homem, complica e muito... e dá nó nas cabeças de alguns perigosos programados.