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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

sábado, 1 de junho de 2013

Longevidade dos adeptos das Tradições Viris


I. Adeptos maduros das Tradições Viris (TVs) costumam ser arredios e cautelosos, e sabem que as TVs são o seu escudo. São discretos, pouco dados a sociabilidades forçadas e sem sentido. Mas quando cercados de seus camaradas, a coisa muda.
Usam as redes sociais com parcimônia, pois sabem que muitos dos que lá estão são patéticos e exibicionistas personagens criados. Por razões profissionais, são mais encontrados no Linkedin e nas páginas da Plataforma Lattes.
Apreciam a web e a alta tecnologia. Foram testemunhas do início dos microcomputadores domésticos, da linguagem DOS, da posterior chegada do Windows 3.1 e seus sucessores.
Deploram a vulgaridade e a tolice reinantes na Internet, assim como a dependência neurótica de caixas postais e dos “muy amigos” de redes sociais.  Desconfiam que a web, com muitas informações rasteiras e descartáveis, esteja deixando parte da população oligofrênica (idiotizada).
Neste século XXI, a vida e o tempo estão passando velozmente e a mocidade tem curto prazo de validade. O juvenilismo e o imediatismo são incompatíveis com as Tradições Viris.

II. Somos éticos e civilizados.
Adeptos das TVs  não falam ao celular em: salas de cinema e teatro, templos religiosos, jantares e almoços formais, reuniões profissionais (gafe).
Não fazem parte desta inculta e grosseira massa denominada “nova classe média”, que se impôs em nosso país com suas novas normas sociais e padrões de hiper-consumismo em seu cotidiano: questão de civilidade e cultura.
Não se expõem em público, já que suas vida pessoais não dizem respeito a ninguém.
São libertários, precavidos e alertas. Se possível, fazem seu próprio imposto de renda. Caso necessitem de contadores, ou afins, devem ter em mente o velho ditado rural brasileiro: “É o olho do dono, que engorda o gado”. Lutam para ter sob controle as rédeas de sua vida para não delegá-las a terceiros.

III. Ninguém escapa das armadilhas que a vida, eventualmente, nos impõe.
Quando um dos nossos passa por momentos turbulentos, costuma “submergir” um pouco. Entende que “voltar atrás” não é derrota, e sim recuo estratégico.
Nesta fase, ele intensifica a leitura dos fundamentos da Tradição Espartana. Sabe que nenhum resultado é imediato e que só o treinamento diário poderá mostrar um caminho para que sua vida trilhe um rumo melhor.