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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Adeptos das Tradições Viris não se apaixonam


Paixão é um estado de espírito, criado pela literatura do Romantismo, voltado às indefesas e sonhadoras senhoritas (e senhoras) do século XIX.
Curiosamente, gays + homens programados + mulheres aceitam e veneram a paixão em pleno século XXI. Contribui muito para isto, uma constrangedora e rendosa indústria de eventos voltados a este tipo de gente: rádio e tv, mídias diversas, dia dos namorados, casamentos e noivados, publicações (impressas e on line). E ai de quem não ingressar nesta merda toda!
Com honrosas exceções, gays costumam se apaixonar e perseguir seu objeto de desejo de forma doentia. Na primeira conversa, já fazem planos para o futuro, olham o cara com olhar meloso e já perguntam o signo do pretendente (também conhecidos como “bichinha horóscopo”).
Adeptos das Tradições Viris têm por seus pares um outro tipo de afeto, mais forte e perene: amizade, amor, compreensão, respeito, admiração.  Um adepto nunca é invasivo, aceita e defende seu parceiro com toda a força de sua virilidade.
Duplas viris têm como modelo os pares do Sagrado Batalhão de Tebas e devem adaptá-lo aos nossos tempos e ao meio sócio - econômico - cultural em que vivem.
Nunca se desentendem em público, seus problemas são resolvidos entre quatro paredes. Seu compromisso é baseado na verdade, na confiança mútua e destituído de interesses, tendo a ética como seu maior valor moral. São independentes e um nunca será sustentado pelo outro (salvo emergências). Jamais darão satisfação de suas vidas a quem quer que seja. Ingressam com parcimônia e cuidado em redes sociais. São avessos aos exibicionismos e as vulgaridades reinantes nestes patéticos tempos de sub-celebridades, sintomas da pobreza cultural contemporânea.