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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Sócrates - Platão - Aristóteles - Alexandre, o Grande


Na Grécia Antiga ou Mundo Helênico (Bálcãs, Ásia Menor, Mediterrâneo Oriental) os Sábios passavam preciosas informações para seus pupilos. Sócrates foi mestre de Platão, que por sua vez foi mestre de Aristóteles, que foi mestre de Alexandre o Grande (ou Magno).
Estes homens não eram gays ou homossexuais, termos pejorativos contemporâneos. Tinham seus parceiros homens, faziam sexo entre si e eram extremamente viris.
Homens viviam com homens, independente de serem guerreiros ou não. Passavam suas experiências aos rapazes e meninos, de geração a geração. Não eram misóginos, pelo contrário, respeitavam o sexo feminino. Sexo com mulheres servia apenas para a procriação, pois não conheciam o dogma “crescei e multiplicai” da cultura judaica - cristã - islâmica.
Tudo era muito simples e libertário, mas sabemos o quão difícil é entender e aceitar tais costumes atualmente. Boa parte da população está lobotomizada pela oligofrenia oriunda da cultura de massa e repressão moral religiosa.
Atualmente (como na Europa pré-nazista) há um renascimento de grupos pregando a criação de Movimentos Viris ou Alianças Masculinas, favoráveis ao sexo entre homens. Usam equivocadamente a herança cultural masculina da Antiguidade como lastro, mas não diferem dos abomináveis neo-nazistas-fascistas, misóginos, racistas e anti-semitas. Em seus perigosos links são encontrados materiais que pregam preconceito e intolerância. Com isto, homens não politizados e desprovidos de boa informação e cultura, caem nestes “contos do vigário”. Tornam-se vítimas de grupo radicais que vivem na clandestinidade em várias partes do mundo.
E a população oligofrênica (idiotizada) ainda pensa que gay é sinônimo de homem que faz sexo com homem. Neste “samba do crioulo doido” misturam homens viris com drag queens, travestis, transgêneros, efeminados, andróginos e michês. E imaginam que as datadas (e hoje patéticas) Paradas Gays sejam uma forma de combater a homofobia e o preconceito, deixando assim suas consciências “politicamente corretas” mais tranqüilas.
O buraco é muito mais embaixo!