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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Perseguição homofóbica em empresas privadas e públicas


Este é um alerta para todos os adeptos das Tradições Viris Não durmam de toca: não vivemos momentos liberais e/ou de respeito pela vida pessoal do cidadão, pelo contrário. Estamos em tempos de barbárie, de retrocesso cultural e humanista. Que fique bem claro: a sociedade rejeita homens que fazem sexo com homens.
 
Sair do armário é um conto do vigário, uma armadilha! Nossa vida privada não diz respeito a ninguém, somente a nós mesmos.
 
A diferença entre empresa pública e privada, é que a primeira (apesar de pagar muito menos) tem um certo verniz social e um maior respeito com funcionário homens que fazem sexo entre si. Já a privada pode eventualmente ser mais liberal, mas a maioria não é bem assim e costuma ser muito intolerante.
Com a falta de mão de obra especializada, sobram vagas em determinados setores. A contratação dos ditos homossexuais (termo que rejeitamos) é tolerada nas áreas de produção, mas nem sempre nos setores administrativos mais graduados.
Existem porradas de homens executivos (e menos graduados) do mundo corporativo e público, que fazem sexo com homens. Alguns para poder sobreviver profissionalmente, criam um personagem: casamentos de aparência, noivas e namoradas contratadas (finas garotas de programa, ou amigas mal amadas que se prestam a este serviço sujo) para desfilarem com elas em eventos corporativos (jantares, fins de semana em resorts, congressos em hotéis fazendas, etc).
Geralmente estes sujeitos, e suas esposas - noivas - namoradas de aluguel, são os primeiros a perseguirem algum pretenso cara que faça sexo com homens, em suas empresas.
Olho vivo: observem com cuidado se fatos como estes acontecem em seu ambiente profissional. Caso positivo, denuncie esta corja fascista!