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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Confusões sobre a sexualidade viril

Tem cu, mas não tem pica
A ilustração desta postagem, que para bom entendedor bastaria, já diz tudo.
Revela os constrangimento, desentendimento e confusão reinantes acerca da sexualidade masculina, tolhida por séculos e séculos de opressão moral e religiosa.
Boa parte dos homens perdeu a noção da crítica e análise de sua real libido. Quando dá vazão a ela, carrega estigmas e culpas fazendo de sua vida um melodrama barato e tolo.
Nós adeptos das Tradições Viris (TVs) tiramos isto de letra. Somos serenos, independentes, não damos bandeira e satisfação de nossos atos. A divulgação das TVs é muito discreta, não queremos ser conhecidos pela grande massa; uma arregimentação tranquila sem o alarde vulgar e corriqueiro de nossas mídias. Somos extremamente ocupados e não vivemos on line, a web é apenas uma das mídias aliadas na divulgação de nosso Ideário. Só atualizamos nossos links quando julgamos necessário, não somos imediatistas. Nossas ideias não estão contidas apenas em nossos links e materiais recomendados; devem ser acrescidas de leituras sobre cultura geral da Antiguidade, Idade Média, Renascimento até a contemporaneidade.
A atual barbárie cultural, acelerada a partir da década de 1990, tem feito estragos profundos em nossos varões. Sem esboçar qualquer tipo de reação, tornaram-se oligofrênicos pela mídia e circunstâncias do meio em que vivem (social, religioso, profissional, escolar).

Muitos que tem (ou tiveram) oportunidades e condições de estudo, são (ou foram) vítimas passivas e cordatas do ambiente escolar em que estudam (ou estudaram):
Não lêem;
Nunca entraram numa biblioteca;
Não conhecem uma boa livraria;
Desconhecem os principais jornais brasileiros, nunca os leram ou assinaram;
Copiam (sem permissão) o material didático pessoal dos professores;
Fazem trabalhos em grupos, sem participação direta neles;
Pagam para que empresas criminosas façam seus trabalhos escolares (de disciplinas, TCC, monografias);
“Chupam” descaradamente trabalhos da web, sem citações das fontes;
Querem tudo “mastigado”;
Foram acostumados com “apostilas”, geralmente “copiadas” sem a menor cerimônia de obras e autores não citados;
São (ou foram) aprovados sem condições alguma;
Entram no ensino superior sem saber ler e escrever;
Fazem especializações (pós-graduação) de baixíssimo nível, fonte de lucros das pseudo-universidades privadas.

No seu dia a dia:
Não contestam nada;
São despolitizados e confundem Política com política partidária;
São incapazes de analisar friamente o papel das empresas públicas ou privadas em que trabalham;
Se são empreendedores, de forma natural ou por falta de oportunidades no cíclico mercado de trabalho, visam unicamente o lucro;
São reféns de religiões e seitas: oportunistas, manipuladoras, ignorantes, reacionárias e repressivas;
Namoram, casam e procriam como gado indo para o abate.

Não importa em quanto somos realmente neste país continental. Se 300 é um sonho que acalentamos, 30 reais adeptos da TVs estará de bom tamanho!