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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

sábado, 12 de setembro de 2009

Homens que se deixam humilhar


Mulheres imbecis, mancomunadas com gays fúteis têm promovido autoritariamente uma crescente humilhação aos homens, através de algo que deveria ser uma comemoração sensata e alegre: a “indústria do casamento”.
As vítimas masculinas, sem reação alguma, já começam a vida conjugal endividadas com seus algozes: templos e seus sacerdotes, decoradores, cabeleireiros e maquiadores, estilistas, floristas, bufês, cinegrafistas, DJs, manobristas, seguranças, empresas de brindes, turismo de lua de mel, aluguéis de carros para transporte dos “pombinhos”, aluguéis de meio-fraques (ou coisa que valha) para os padrinhos e vestidos para as madrinhas, que mal cabem no altar num espetáculo mal dirigido e constrangedor.
Com a crescente influência de religiões reacionárias obscurantistas e a ascensão do vulgar ideário consumista, muitos homens são programados desde sua infância para este papel, contrariando sua verdadeira natureza. Em sua formação, são omitidos a memória e os arquétipos masculinos dos guerreiros da Antiguidade não monoteísta. Com esta lavagem cerebral, a maioria dos homens sofre esta humilhação canalha: casa-se, procria, engorda, perde sua libido e sua masculinidade, não reage e perpetua este tipo de conduta não viril através de gerações.
Para completar esta barbárie, notamos um aumento de homens, sempre ao lado da “infeliz patroa”, participando de popularescos programas de TV. Dão depoimentos e confissões de sua vida pessoal, são humilhados para regozijo de uma platéia boçal e selvagem, numa pseudo cartase ou acerto de contas para acalmar a escória que sustenta este tipo de entretenimento. Estes sujeitos, que se prestam a este tipo de coisa, não devem ser chamados de homens!
Em contrapartida, encontramos discretamente em todos os rincões um exército de homens que se nega a participar deste circo medíocre. São guerreiros silenciosos e ciosos de sua importância. Não compactuam com este estado de coisas: são independentes, equilibrados, fortes e auto-suficientes. Observe-os!