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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

sábado, 20 de junho de 2009

Hipocrisia e pseudo-parceiros viris


Sexo grupal, sacanagens viris, escapadas “extracurriculares”, ainda são tabus e fonte de constrangimento para muitos homens solitários ou com parceiros.
Para alguns são assuntos de foro íntimo, para outros de aberta naturalidade. Como conciliar nossa moralidade herdada do monoteísmo judaico cristão com a moral dos samurais ou a greco-romana dos guerreiros mediterrâneos?
Tranquilos ou inquietos, liberais ou não, polígamos ou monogâmicos, homens viris devem ser sempre éticos e responsáveis no sexo e em suas relações de parceria.
Não julgamos e sim observamos. Recuperamos e restauramos tradições dos ancestrais guerreiros da Antiguidade e não devemos nos envergonhar de nossas posturas sexuais e morais. O silêncio pode ser uma das escolhas sábias, entre várias outras pertinentes, mas a hipocrisia será sempre condenável.
Para aqueles que não sabem lidar com sua solidão e acabam caindo na arapuca de conviver com pseudo-parceiros, lembrem-se: homens viris se bastam, não necessitam de parceiros para viver dignamente, não sustentam homens e não são sustentados (de forma leviana).
Caso tenham a felicidade de encontrar alguém, que haja respeito e consideração mútua. Ter um parceiro de vida é uma dádiva, não uma obsessão.
Nos momentos difíceis e de abandono, um homem viril evitará “baixar a guarda”. Redobrará seu treinamento com novas estratégias e leituras de nossos links e bibliografia.