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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Extinção da cultura erótica viril


Nos últimos anos observamos um aumento avassalador de homens efeminados que brotam como capim. Esses viadinhos tomaram de assalto antigos lugares masculinos de encontros e cassação, impondo suas regras e códigos. Com isto, ocorreu um enorme descontentamento e desconforto por parte de homens machos que fazem sexo com seus iguais.
Defendemos a liberdade de expressão e a luta pela visibilidade e legalidade de todas as orientações sexuais. Mas devagar com o andor: não fazemos parte da sigla LGBT, perdemos nossos antigos territórios e corremos o risco de entrarmos em extinção.
Claramente notamos uma evasão de caras masculinos, talvez uma retirada estratégica frente a um inimigo potencialmente em maior número. Esta invasão tem muitos nomes, entre os quais o Gayismo, mal que talvez possamos comparar como o cruel aparecimento da Aids (início dos anos de 1980) que ceifou prematuramente a vida de tantos homens queridos. O Gayismo (termo cunhado pelo cientista social Ricardo Líper) é um dos responsáveis por este constrangimento e pela destruição de homens potencialmente viris, que perderam sua identidade masculina em nome de ideários e estéticas ignorantes, perigosos e reacionários.
A reversão de alguns homens, convertidos ao Gayismo de forma equivocada, poderá ser feita de forma sensata. E a cultura erótica masculina deve ser preservada, sob o risco de ser esquecida num futuro próximo.