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“Gay não é sinônimo de homossexualidade masculina. É apenas um movimento equivocado, que se acha porta voz de todos os homens que fazem sexo entre si.” Fraterno Viril.

domingo, 31 de maio de 2009

Lobotomização do gay contemporâneo



No mainstream da cultura gay atual, notamos valores incompatíveis com a identidade de homens que fazem sexo com homens e que se orgulham de sua masculinidade. Estes duvidosos valores, ditatorialmente impostos, fazem parte de um projeto de embotamento de idéias, que corrompe e confunde sutilmente homens homossexuais (termo criado no séc. XIX), deixando um claro saldo:


• Efeminização da estética masculina: depilação e afinamento de sobrancelhas, fato observado nesta década inclusive nos ditos homens heterossexuais (outro termo do séc. XIX).
• Perda dos padrões masculinos, imposta pela ditadura das indústrias da moda, de entretenimento (cinema, música, publicidade, televisão, imprensa, links) e do esporte do mundo corporativo (fitness e o consumo de anabolizantes).
• Valores viris em baixa, relegados cada vez mais à ala masculina violenta e reacionária: pit-boys, red-skins, homofóbicos, gangs fascistas.
• Idealização do consumo, deixando gays (principalmente os jovens) irremediavelmente endividados e reféns de instituições bancárias.
• Aumento avassalador de drogas sintéticas entre gays. Pacto de silêncio entre traficantes, usuários e proprietários das indústrias de entretenimentos gays (clubes noturnos, saunas, bares, etc).
• Forças Armadas perdendo fortes candidatos pela sua histórica visão homofóbica hipócrita e sua herança violenta e masoquista (resquícios de recente passado do período ditatorial).
• Homens viris, que fazem sexo com homens, confusos com a possibilidade de fazer parte deste saco de gatos que é a sigla GLBT, que virou LGBT.

A lista é extensa. Um enérgico basta é necessário a este projeto (já instaurado) de lobotomização dos homossexuais, que estão perdendo sua identidade masculina sem que tenham noção, discernimento e poder de escolha!